Neste
momento pegando a estrada, finalmente rumo ao descanso. As férias finalmente
chegaram. Resolvi aceitar o convite do Igor, já que meus pais viajaram em uma
espécie de lua de mel(brincadeiras) Foram conhecer Paris e uma parte da Europa
e eu resolvi aceitar o convite do meu amigo, vou passar o estio com sua
família, deixamos as provas e professores para trás um pouco e seguimos para um
lugarzinho um pouco distante onde mora seus pais. A expectativa de pegar a
estrada me deixou a noite acordado, o Igor não para de falar na família, nas
festinha da cidade, nos tios que vou conhecer.
Uma gente
muito bacana que virá! São 385km mais ou menos quatro ou cinco horas de viagem,
junto com Igor então vamos pegar umas 6 horas, ele conversa muito e acaba
parando em toda cidadezinha que passa. A mãe dele liga a cada 30min -
Igor meu filho, onde vocês estão?.
Eu confesso que estou bastante ansioso para chegar, a família do Igor
parece ser gente boa, uma família que irá realmente substituir a minha nesses
dias de descanso e pelas fotos que o Igor tem me mostrado não vai faltar
diversão.
Agora são
exatamente 5:30 da manhã estamos pegando o rumo. Faz um friozinho aquele de bem
cedo, pedindo um cafezinho quente e um pão na chapa, só para iniciar as
atividades. Igor e eu separamos as melhores músicas para curtir na estrada e na
tentativa de não parar tanto, fizemos um rodízio de quem dirige determinados
trechos. E a pescaria, o pai do Igor Seu George já avisou que vamos acordar
cedinho e sair para pescar. Ele garantiu ter peixes grandes e bonitos e eu
assumo que nunca conseguir pegar algo parecido rsrs!
Depois de
umas 2 horas de viagem tocamos no assunto de como o Igor foi morar comigo. Ele
tinha vergonha de contar que dormiu nas ruas do centro da cidade por alguns
dias. Prometi não conversar nada disso com seus pais. Não precisaria comentar o
porque estava dividindo o apto comigo. Mas acho que pai e mãe sempre faz aquela
perguntinha que você menos queria ouvir, então fomos nos preparando para ter o
mesmo argumento e seus pais não desconfiarem do mendigo da família!


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